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Saiba a Quem Denunciar Irregularidades Ambientais

Se a situação envolver a compra, venda ou transporte ilegal de animais silvestres brasileiros, a denúncia pode ser feita à Renctas (Rede Nacional Contra o Tráfico de Animais Silvestres).

linhaverde.sede@ibama.gov.br. / Dúvidas? Ligue para JMA - 041 3024-8369
PARANÁ IBAMA PR

0xx ( 41 ) 3363-2525

Secretaria de Estado do Meio Ambiente
e Recursos Hídricos

0xx ( 41 ) 3322-1611

Sociedade Protetora dos Animais

0xx ( 41 ) 3256-8211

Secretaria Municipal do Meio Ambiente

0xx ( 41 ) 3335-2112

IAP INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANÁ

0xx ( 41 ) 3213-3700

RIO GRANDE DO SUL IBAMA-RS

0xx ( 51 ) 3228-7290
0xx ( 51 ) 3228-7290

Fundação de Proteção Ambiental
Emergências Ambientais

0xx ( 51 ) 9982-7840

SANTA CATARINA IBAMA-SC

0xx ( 48 ) 3212-3300

Secretaria do Desenvolvimento
Urbano e Meio Ambiente

0xx ( 51 ) 9982-7840

Fatma Fundação do Meio Ambiente
Santa Catarina

0xx ( 48 ) 3216-1700

SÃO PAULO IBAMA-SP

0xx ( 11 ) 3066-2633

CETESB Companhia de Tecnologia
de Saneamento Ambiental

0800 11 35 60

Departamento de Proteção dos
Recursos Naturais de São Paulo

0xx ( 11 ) 3030-6807

RIO DE JANEIRO IBAMA-RJ

0xx ( 21 ) 2506-1734
0xx ( 21 ) 2506-1734

Fundação Estadual de Engenharia
do Meio Ambiente

0xx ( 21 ) 2270-6433
0xx ( 21 ) 2270-6098

Secretaria de Meio Ambiente
e Desenvolvimento Sustentável

0xx ( 21 ) 2299-9205

Comissão Estadual de Controle
Ambiental

0xx ( 21 ) 2299-5282

Fundo Estadual de Conservação
Ambiental

0xx ( 21 ) 2299-2217

MINAS GERAIS IBAMA-MG

0xx ( 31 ) 3299-0700
0xx ( 31 ) 3337-2624

Secretaria de Meio Ambiente
e Desenvolvimento Sustentável

0xx ( 31 ) 3298-6200

TOCANTINS IBAMA-TO

0xx ( 63 ) 3215-1873

ESPÍRITO SANTOS IBAMA-ES

0xx ( 27 ) 3324-1811

Secretaria Estadual para Assuntos
do Meio Ambiente

0xx ( 27 ) 3136-3492
0xx ( 27 ) 3136-3501

BAHIA IBAMA-BA

0xx ( 71 ) 3248-9427
0xx ( 71 ) 3345-7322

Diretoria de Desenvolvimento
Florestal

0xx ( 71 ) 3115-6101
0xx ( 71 ) 3115-6105

SERGIPE IBAMA-SE

0xx ( 79 ) 3211-0468

Administração Estadual
do Meio Ambiente

0xx ( 79 ) 3179-7310

ALAGOAS IBAMA-AL

0xx ( 82 ) 3241-1600

Secretaria Executiva do Meio Ambiente,
Recursos Hídricos e Naturais

0xx ( 82 ) 3315-2680

PERNAMBUCO IBAMA-PE

0xx ( 81 ) 3441-6338
0xx ( 81 ) 3441-5075

Companhia pernambucana
de Meio Ambiente

0xx ( 81 ) 2123-1800

PARAÍBA IBAMA-PB

0xx ( 83 ) 3218-7200

Secretaria Extraordinária
do Meio Ambiente, dos Recursos
Hídricos Minerais

0xx ( 83 ) 3218-4371

RIO GRANDE DO NORTE IBAMA-RN

0xx ( 84 ) 3201-5840

Instituto de Desenvolvimento
Econômico e Meio Ambiente

0xx ( 84 ) 3232-1976

CEARÁ IBAMA CE

0xx ( 85 ) 3277-1600

Superintendência Estadual
do Meio Ambiente

0xx ( 85 ) 3488-7474

MARANHÃO IBAMA-MA

0xx ( 98 ) 3221-2776

Secretaria do Meio Ambiente
e Recursos Hídricos

0xx ( 98 ) 3231-0738

GOIÁS E DF IBAMA-GO

0xx ( 062 ) 3901-1900

Secretaria do Meio Ambiente dos
Recursos Hídricos e da Habitação

0xx ( 62 ) 3224-2506
0xx ( 62 ) 3224-2823

MATO GROSSO DO SUL IBAMA-MS

0XX ( 67 ) 3382-2966

Secretaria do Meio Ambiente,
Cultura e Turismo

0xx ( 67 ) 3726-4363

RONDÔNIA IBAMA-RO

0xx ( 69 ) 3223-3607
0xx ( 69 ) 3223-3598

ACRE IBAMA-AC

0xx ( 68 ) 3226-3212

Secretaria do Meio Ambiente
e Recursos Naturais

0xx ( 68 ) 3224-5497
0xx ( 68 ) 3223-7432

AMAZONAS IBAMA-AM

0xx ( 92 ) 3613-3081

Secretaria do Meio Ambiente

0xx ( 92 ) 3648-0767

RORAIMA IBAMA-RR

0XX ( 95 ) 3623-9384

Secretaria do Meio Ambiente,
Interior e Justiça

0XX ( 95 ) 3623-2505

MATO GROSSO
Secretaria Especial de
Meio Ambiente

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PARÁ IBAMA-PA

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AMAPÁ IBAMA-AP

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0xx ( 96 ) 3214-1101

Coordenadoria Estadual
do Meio Ambiente

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PIAUÍ
Secretaria do Meio Ambiente
e Recursos Hídricos

0xx ( 86 ) 3216-2039
0xx ( 86 ) 3216-2040

Geral

7/7/2012

Qual é a importância dos relatórios de sustentabilidade?

Jornal Meio Ambiente | Exame

 

Ernst Ligteringen discursa no World Economic Forum, em 2010

Ernst Ligteringen discursa no World Economic Forum: As informações contidas nesses relatórios podem auxiliar governos em busca de formas de medir seu progresso

 

 

São Paulo - Hoje, mais de 60 países seguem as diretrizes de desenvolvimento de relatórios de sustentabilidade estabelecidas pela Global Reporting Initiative (GRI). Em entrevista exclusiva, Ernst Ligteringen, presidente dessa instituição global, fala sobre a importância de se contar – cada vez mais – com esses relatórios, rumo ao desenvolvimento sustentável, e também sobre o destaque que os relatórios de sustentabilidade receberam na Rio+20

Criada em 1997, a Global Reporting Initiative (GRI) é uma instituição global independente e sem fins lucrativos, responsável pela criação de uma estrutura mundialmente aceita para medir o desempenho sustentável de empresas, repartições públicas, ONGs e outras organizações. Hoje, mais de 60 países seguem suas diretrizes de desenvolvimento. A conquista de tanta credibilidade internacional se deve à consulta de acionistas e à busca de consenso entre empresas, sociedade civil, trabalhadores, economistas, acadêmicos e governos em suas deliberações. Trata-se da maior referência mundial nesse campo.

Mas para que serve tanto relatório? De Amsterdã, Ernst Ligteringen, presidente da GRI, falou sobre a relevância, os critérios e o poder de mudança dos relatórios de sustentabilidade no mundo de hoje, em entrevista exclusiva ao Planeta Sustentável.

Qual a relevância dos relatórios de sustentabilidade e que efeito eles têm sobre a sociedade?

Ernst Ligteringen:
 Desenvolver relatórios de sustentabilidade é um processo que envolve identificação, mensuração e divulgação do desempenho sustentável, e estas informações podem ser publicadas periodicamente em forma de relatórios. Estes permitem às empresas fazer três coisas:

- desenvolver uma estratégia de gestão voltada para o futuro, baseada em informações consistentes sobre os impactos positivos e negativos da sustentabilidade, tanto causados pela empresa como por fatores externos, tais como alterações climáticas ou questões de direitos humanos;

 

- melhorar o diálogo entre os acionistas, o que auxilia as empresas a identificar riscos e oportunidades ligados à sustentabilidade; e
- ajudar a mudar a mentalidade, buscando o que faz sentido para os negócios em um mundo dinâmico, onde importa não somente o âmbito financeiro, mas também o econômico, o social e o ambiental.

Os relatórios de sustentabilidade representam, portanto, o interesse público, pois criam uma mentalidade de desenvolvimento sustentável entre os principais agentes de mudança, tais como os negócios. Eles também impulsionam maior transparência nos impactos críticos e relevantes de natureza ambiental, social e econômica.

Ao fornecer informações que o mercado utiliza para tomar decisões mais esclarecidas, os relatórios de sustentabilidade podem ajudar a torna-lo mais eficiente e eficaz em seu papel de criador de valores sustentáveis. As informações contidas nesses relatórios também podem auxiliar governos em busca de formas de medir seu progresso rumo ao desenvolvimento sustentável.

E, por fim, eles nos dizem das decisões dos acionistas em relação à empresa, incluindo funcionários, a sociedade civil e os consumidores. Por exemplo, em 2009, 75% da força de trabalho americana via responsabilidade social e compromisso ambiental como critérios importantes na escolha dos empregadores.

 

Como os critérios dos relatórios têm evoluído, em retrospecto, e onde se encontram nossos prognósticos?

Ernst Ligteringen: O desenvolvimento dos relatórios evoluiu de uma prática experimental, em finais dos anos 90, para o padrão estabelecido nas maiores empresas do mundo, hoje. Dentro do G250 - as 250 maiores empresa do mundo -95% dos membros agora desenvolvem relatórios de sustentabilidade. No Brasil, 88 das 100 maiores empresas o fazem e estima-se que cerca de 6 mil empresas em todo o mundo o façam também. Os investidores exigem cada vez mais informações sobre o desempenho sustentável das empresas. E as empresas de pesquisa de mercado, como a Bloomberg, oferecem, hoje, dados sobre sustentabilidade para mais de 4 mil interessados em seus 300 mil terminais.

Os reguladores também estão se tornando mais ativos. Alguns governos, como o da França, tornaram os relatórios de sustentabilidade obrigatórios, e bolsas de valores também se mobilizaram.

A Bolsa de Johannesburg exige que as empresas desenvolvam um relatório integrado ou expliquem porque não o fazem.

Além disso, as diretrizes para os relatórios de sustentabilidade da GRI são amplamente utilizadas ao redor do mundo e referenciam importantes normas e convenções internacionais, tais como o Protocolo GHG e as convenções da ILO - International Labor Organization. A GRI também é recomendada às Comunicações de Progresso dos signatários do Global Compact, da ONU. Com essa crescente demanda, bem como a crescente compreensão de questões de sustentabilidade entre as empresas e seus acionistas, as exigências de diretrizes como as da GRI também estão mudando. É por isso que estão desenvolvendo a nova geração de relatórios: a G4.

 

A G4 vai ajudar a encorpar o desempenho dos relatórios de sustentabilidade, adotando o mesmo rigor que os vistos nos relatórios financeiros. Ao mesmo tempo, vai ajudar as empresas a realmente focar no que é importante, oferecendo orientação clara e apoio material. Muitos dos temas abordados nas diretrizes da GRI serão atualizados. E as empresas que estão desenvolvendo seus relatórios de sustentabilidade vão reconhecer vários itens na G4, além de melhorias que lhes permitam criar relatórios melhores e mais focados.

Que mudanças a Rio+20 e a GRI podem promover?

Ernst Ligteringen:  Em fevereiro, o Secretário Geral da ONU, Ban Ki-Moon, clamou por uma política para que as empresas relatem seu desempenho sustentável ou expliquem porque não o fazem. A Rio+20 ofereceu uma oportunidade sem precedentes para a comunidade global apoiar o princípio de que a transparência corporativa é o pilar do desenvolvimento sustentável. A GRI trabalhou bem próximo a Estados membros e outros grupos, durante a conferência, para promover e explicar a abordagem da política de relatórios de sustentabilidade, além de encorajar os governos a se comprometerem com medidas concretas nos relatórios.

No dia 18/06, durante a Rio+20, diversos grupos chegaram a um acordo sobre o parágrafo 47 do documento final - "O Futuro que Queremos" -, que ressalta a importância dos relatórios de sustentabilidade corporativa. Este tema foi discutido em um grau de detalhamento sem precedentes, até agora, destacando a importância que todos os participantes da conferência associam à sustentabilidade e à transparência nos negócios e na indústria.

Independentemente do resultado final da Rio+20, não há nada que impeça reguladores individuais de agirem em favor de uma maior transparência. O governo dinamarquês e a BM&F Bovespa já colocaram em prática seus relatórios e uma explicação política com fundamentos e orientações para as empresas. A GRI encoraja outros governos e bolsas de valores a se amparar no trabalho desses pioneiros e ajudar a fazer dos relatórios uma prática padrão.

 

A G4 vai ajudar a encorpar o desempenho dos relatórios de sustentabilidade, adotando o mesmo rigor que os vistos nos relatórios financeiros. Ao mesmo tempo, vai ajudar as empresas a realmente focar no que é importante, oferecendo orientação clara e apoio material. Muitos dos temas abordados nas diretrizes da GRI serão atualizados. E as empresas que estão desenvolvendo seus relatórios de sustentabilidade vão reconhecer vários itens na G4, além de melhorias que lhes permitam criar relatórios melhores e mais focados.

 

 

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